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quarta-feira, julho 15, 2009

Romário está detido em uma delegacia por dever 89 mil reais referentes à pensões não pagas para sua ex-mulher D. Mônica. O Baixinho tá preso, é isso mesmo.

O Vasco venceu fora de casa por 2 x 0 e com um a menos desde o comecinho da partida.

E Galvão Bueno conseguiu ser bagunçado pelo Nelsinho, que desmentiu o narrador na versão da demissão do piloto. O "te vejo na Hungria, meu bom" foi dos melhores motivos para rir hoje.

Porque sorri mesmo foi com esse comercial da Nike, de inteligência e sensibilidade superior à Mônica, Dorival Jr, Piquezinho e Galvão:

http://www.youtube.com/watch?v=dBxcunGc_nA&feature=related

quinta-feira, maio 21, 2009

Aquela pressão no começo do jogo, prometida pelos colorados não aconteceu graças à postura digna, combativa e até ofensiva do Flamengo no primeiro tempo desse jogão no Beira-Rio.

Kléberson e Ibson faziam grande partida, assim como Guiñazu, que vale por dois. Uma verdadeira guerra por espaços no grande círculo do gramado.

Nilmar sofria com os passes errados de Taison e D'Alessandro mais parecia um peão, girando e cansando Wilians e Toró.

E vamos ao episódio que sintetiza o que é o Juan, maior lateral da história do futebol, talvez do esporte, superando Michael Jordan e Manoel Tobias:

Recebeu o passe na meia cancha, e com toda sua arrogância, tocou devagar para o coleguinha Aírton, que estava longe. Perto estava Nilmar e ao contrário do passe, o camisa 9 do vermelho é rápido para surgir na direção da bola, subtrair o zagueiro da jogada, levantar a cabeça e achar Taison na área. Juan, ainda seguro de si, voltava, mas parece que seu objetivo era apenas assistir o jovem atacante do Inter escorar o cruzamento e fazer 1 x 0. Não houve combate, apenas o reconhecimento do erro ao fim da partida:

"O Flamengo não se classificou porque eu errei o passe."

Nem tanto, garoto.

Porque em um segundo tempo totalmente favorável ao Inter, o ditadinho do "quem não faz, leva" funcionou direitinho à favor do time do Cuca. Enfiada esperta para Kléberson, cruzamento de prima, arremate idem. Simples e mortal. Juan ia assim escapando do fardo de vilão.

Tite colocou seu time para pressionar o Fla com Alecssandro no lugar do reserva Danilo e Gleydson na vaga do esgotado Rosinei.

E bolas já choviam torrencialmente na área rubro-negra, quando aos 41' o comandante do Inter põe Andrezinho.




"É falta na entrada da área, adivinha quem vai bater..." Não, D'Alessandro não. O Argentino já havia errado duas, era a hora do Andrezinho, cria da Gávea.

Correu e um abraço. Bruno só se mexeu pra reclamar da barreira, que pouco se mexeu na cobrança do principal reserva colorado.
Nada mais relativo do que o termo "justiça" no futebol. Mas realmente venceu o melhor time. Com um goleiro regular e discreto, uma defesa sólida, um Guiñazu avassalador, um armador brilhante e um ataque rápido, cirúrgico, bonito de ver.
Ao Flamengo, resta ter calma para analisar algumas certezas depois da derrota.
Angelim precisa de ajuda na defesa. O ataque não existe. Obina não é mais um jogador profissional. E o time é bom.
Jogar de igual pra igual com esse time do Inter não é pra qualquer um. Coitado do Coritiba...

sábado, novembro 03, 2007

MENTIRAS REPETIDAS

"Vitória para a torcida":

Caiu nessa de amor à camisa? É mentira, sério. Se houver esse papo de carinho e coisa e tal, é por parte do torcedor, da arquibancada, do bar emtupido, da globo-domingo-4-da-tarde.
Pois peguemos a seleção brasileira em jogo importante contra time bom. Lamento informar, mas não é pelo povo tupiniquim que eles correm, seja amistoso ou Copa do Mundo. Em campo, Robinho, Kaká, R. Gaúcho e etc jogam por eles mesmo. Mas com afinco, gana, chama de quê? Sei lá.
O desafio é: Provar para o adversário que os onze de cá são melhores que os de lá. Assim como na peladinha que eu brincava na frente da 110 da Agnes Guimarães. Também era assim nas tardes de terça-feira na Escola Alfa há uns 10 anos. O princípio é o mesmo. E o fim também: Quem ganha gosta, sorri, fica feliz; quem perde não gosta.
Não importa a conta bancária.


"O Capitão tem que gritar":

Só se for no BOPE e o capitão for o Nascimento. Pois na maioria dos casos, o líder poucas vezes precisa levantar a voz. É sempre melhor instruir com calma, falando baixinho mesmo no ouvido e demonstrando confiança através do olhar. Gritos, insultos, ofensas, xingamentos... não. Nada disso melhora a estima de um atleta. "O Botafogo perdeu pro River na Argentina, porque não tinha um líder. O capitão Juninho quase não fala em campo." Tais palavras foram ditas por barrigudos que nunca disputaram um jogo de futebol sequer.


"É um absurdo o Muller virar comentarista":

Não é mesmo.

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depois acabo, é só pra dizer-escrever que estamos aí. Lembrei a senha daqui!



quarta-feira, janeiro 03, 2007

A Doentinha


Uma coisa é ser, outra bem diferente é o que você quer parecer ser.
Quando jovem, é comum desejar ser diferente dos demais, possuir gostos e preferências genuínas, originais, ter idéias inovadoras e tentar demonstrar sofisticação no raciocínio, nas reflexões. Fumam maconha, cigarro, e bebem batendo no peito e dizendo: "a gente tá bebendo tanto, que nem sente mais o efeito do alcool, rs..."

E quem não fode a própria saúde dessa maneira, cuida muito bem dela, mas também esbarra na marra de ser o diferente, o original. A turma do açaí não vê a hora de te dar uma aula sobre alimentação, exploração de animais na industria alimentícia e etc... deu mole, eles vomitam toda a cultura da soja.

Calma. Noves fora os problemas qe ambos os grupos possuem, nada mais do que natural que jovens queiram desfilar suas idéias cheias de potencial para mudar o que temos hoje no mundo.
Mas há poucos dias conheci um caso raro e, pelo menos para mim, incompreensível. Seguinte: Uma jovem que se faz de débil mental. Isso mesmo. Toma atitudes de um ser humano com sérias limitaçòes de raciocínio, senso e lógica. Ofende quem mal conhece, brinca com o que pouco entende, e se arrisca. Em nenhum momento se faz de inteligente e nisso se concentra toda sua honestidade. Ostenta o próprio corpo, que acha o máximo e admite que consegue muitas coisas por possuir uma bela silhueta. Entenderam? Os jovens estudantes entram na faculdade após fazerem provas que necessitam conhecimento. Jovens atletas entram em times de futebol por jogarem bem o esporte e ela.... Ela diz conseguir tudo com seu corpo.

Pedi ajuda para entender essa pessoa. Amigos tentaram me auxiliar na compreensão de seus atos mas desistiam: "Camilo, ela é uma pessoa doente."

Foi mais ou menos isso que me disseram quando desabafei para alguém nos corredores da globosat que eu não gostava da Dora Vegueiro.

E eu reclamava das menininhas que usavam todas as frases e gestos para tentar demonstrar cultura, inteligência, sagacidade, experiência, originalidade, criatividade e beleza.... Reclamava sem razão. É como dormir tendo em seu time um Rogério Ceni metido a intelectual, artilheiro, genio, líder e acordar com um Max que não sabe nem bater um tiro de meta.

sábado, novembro 04, 2006

Isso aqui ainda existe? Jogado às treças, teiaas de aranha sujando esse espacinho de algumas coisas bem legais dos últimos anos. Claro que é tudo mentira, mas eu teria de ser um pouco mais inteligente para conseguir inventar tudo.

Te falar que esses dias de sol tímido são melhores.

quinta-feira, julho 27, 2006

Amizade

Amiga de internet passou um ano fora e se queixou das amigas brasileiras. Estão todas umas babacas diz a amiga de msn. Concordei até porque me interessei pela história. Dei corda e ela seguiu: "
quinta vi umas amiguinhas por exemplo e vi que nunca tinha mais nada haver..."

É assim. O tempo passa, o dinheiro vêm e vai de nossas carteiras burguesas, as férias passam, os professores vão e partem em frente seus quadros negros... Mas os amigos não. Esse papo de amizade é sério pra cacete. E está todo mundo ficando um pouco mais babaca, o mundo está piorando.

Não é tempo de fazer amigos.


Camilo Pinheiro Machado.

quinta-feira, julho 06, 2006

Já choraram na vitória - 2 x 1
Faz 56 anos que um uruguaio chamado Obdúlio Varela chegou inquieto à rua Payssandu, onde ele e seus amigos se alojavam aqui no Rio. Era noite e bem tarde, a rua silenciosa, as palmeiras aquelas grandes quase que pedindo por favor, para que não façam barulho, pois alguém morreu. Varela percebia aos poucos um clima hostiu, de morte, de dor, de sei lá o quê. No hotel não havia ninguém para conversar sobre o acontecido, seu grande feito. Nas ruas lhe reconheciam e imediatamente desviavam a face.
Vai pro bar mais perto, pede a cerva e olha em volta. Puxa o cigarro e começa a lembrar lance por lance. Chutes, passes, e foram muitos os passes. Faltas, muitas faltas, mas sempre na lealdade que fazia jus ao seu caráter. O intervalo, o discurso que planejava a virada com a raiva típica de um oponente em desvantagem bélica. Pois atiraram com pedras, com grandes chutes, lançamentos e muita coragem. Como marcar Zizinho? Com os pés, lembrava Obdúlio. Recordou também dos conselhos ao jovem ponta direito Morán sobre as deficiências do Brasil.
E esse lembrar não o faz bem. Olha em volta novamente. O silêncio de meia dúzia lhe incomoda muito e não há semelhantes para rir, beber, fumar, gritar. Pois a vitória há de ser bem degustada no depois da conquista, de contrário nada vale muito.
E começa a chorar. O capitão, grande Obdúlio Varela, uruguaio ouro em 1950 em pleno Maracanã começa a chorar. Sente saudades da filha, pede mais um casco da cerveja, pede mais felicidade ao povo brasileiro e pede para passar o seu próprio e irresistível choro.
O Choro não era de felicidade.

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