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quinta-feira, maio 27, 2004

ENTREVISTA COM "O CARA"
Fui pro céu. Lá fiz uma entrevista com ele: Jesus Cristo. É sério. Tentei vender minha histórica matéria jornalística, mas a VEJA e a ISTOÉ não acreditaram em mim. Resta a esse humilde cronista que voz escreve (cronista que se auto denomina humilde está errado), reproduzir parte dessa surpreendente entrevista:
Édson Anysio: Senhor, me conte um pouco sobre sua morte na cruz...
Jesus Cristo: Pra começar, não precisa me chamar de Senhor como esses babacas dessas igrejas. Rapaz, negósiguinti, eu não morri na cruz...
E.A. :Como não?
J.C. : Tudo mentira. No dia, me reuni com os romanos e os judeus, seus chefes é claro, e eles me falaram que até gostavam de mim, mas eu teria que morrer. Daí dei a idéia de me pendurarem em uma cruz e fingir depois que eu tinha ressucitado. Falei umas coisas bonitas e tinha mulher ouvindo. Rapaz, você deve saber que ouvido de mulher precisa de coisas bonitas. Todas acreditaram. Até uns mulambos que tavam lá acreditaram.
E.A. : E depois você foi pra onde?
J.C. : Parti pro coração da Europa que é hoje a França, terra boa, lá peguei muita mulher(risos). Casei, tive sete filhos, esses no casamento,... Ahh.. antes disso tudo, mudei de nome.De Pierre é que me chamavam.
E.A. : E como é a vida no céu?
J.C. : Tenho que te confessar que é meio chata. De vaz em quando eu pego um ônibus pro inferno, é, lá na casa do Capeta, gente boa ele. No inferno tem mais mulher, mais bebida e mais música. O Jimmy Hendrix faz show quase toda a semana lá. Pô, eu transformei água em vinho, e não o contrário.
E.A. : Então o inferno é melhor que o céu?
J.C. : Claro que não. O Senna, aquele chato, tá no inferno.
E.A. : O Senna?
J.C. : Vocês não sabem de nada. Na hora do acerto de contas aqui em cima deu a maior merda. A natureza esculachou o Senna. Ela sabia de todas as trapassas daquele viadinho.
E.A. : Que natureza? Não é Deus que julga? E o Senna não era gay, ele namorou mulheres lindíssimas.
J.C. : Que Deus? Quem decide é a natureza, que aliás é muito bonita. E o Senna foi a maior bicha da história da fómula 1, deu pro Berger e pro Mansell. Não sou preconceituoso, eu só não gosto de viado. Não sou santo, sou Jesus. Eu tenho que pedir licença agora, porque eu marquei de beber um chopp com o Vinícius e o Dorival ali na esquina da Avenida Satan com a Rua Lúcifer. Vai rolar até um violãozinho...
E.A. : Jesus, você é muito engraçado...
J.C. : Porra, eu sou judeu, você esqueceu?

Édson Anysio, andando nas nuvens. (edsonanysio@hotmail.com)

segunda-feira, maio 24, 2004

So' tem urso comentando aqui hein.
Calma ai. Primeiramente,deixa eu fechar meu dicionario aqui pra poder comecar a escrever. Que que e' isso hein! Cada vez que eu entro aqui enriqueco mais meu limitadissimo vocabulario
Queria parabenizar o sujeito que colocou aquela foto no fotolog do laboratores. Nao sei quem e' mas falando que o botafogo nao ganha por azar, suponho que seja Camilo. Coisa linda hein! Bebeto no mengao. Excelente. Alias, to comentando aqui na tranquilidade mas sei que o Flamengo perdeu. Ta' bom, uma hora tem que perder. Estamos ganhando quase tudo aih(pode rir camilo, eu deixo).
Ae, que porra eh essa de forcou? Voces so' falam isso agora.Voces que tao forcando com esse verbo aih.
Eu queria pedir uma salva pra Claudao. Alem do cara ser campeao em Nintendo 64, ainda tira onda pela conquista postando no fotolog(oooooooooooooo Arantes do Nascimento).
Pereira, estranho e esquisito com sempre, dizendo que algo ou alguem foi para na boca dele. Hummmmmmmmmmmm, essa amendoa eh pacoquita hein.

Bom, eu digo bom.
Retirar-me-ei nesse momento pedindo que voces tambem comentem la' no meu fotolog(www.fotolog.net/lucasnemrocha).

OBS: desculpe a ausencia dos acentos e cedilhas no meu texto mas e' que os computadores daqui nao tem essas coisas(talvez isso nao tenha chegado aqui ainda).

OBS 2: "Maroto, o poeta garoto" eh Claudao? Supus que fosse pela parte do garoto(praticamente uma child).hehehehe.

OBS 3: Camilo deve estar soltando um comentariozinho sobre o meu texto de 7 em 7 segundos.

OBS 4:Serio, agora, e' muito maneiro entar na Diretoria. Eu morro de rir. Parece que eu to vendo as cenas. Ajuda a amenizar a saudade que eu sinto da galera.Voces estao de parabens.

OBS 5: Vou para de falar se terei que trocar meu nome para Lucas Pinheiro Machado.

Abraco Diretoria.

Lucas Cavour

sábado, maio 22, 2004

Quem quiser entender este texto, entre no www.fotolog.net/laboratores na foto postada no dia 21/05/2004.

Bem.. todos na foto estavam tocando relativamente bem, tava agradável, até que entra Cláudio pseudo mosh, emo, vegetariano e veagan straight edge com sua guitarra estridente repleta de microfonias e estraga a brincadeira que OUTRORA estava legal.
Nem preciso dizer que mais uma vez a citação real foi 100% manipulada, inclusive uma citação real prova que as citações reais estam sendo manipuladas: "Não importa o contexto, a graça está na fala isolada, e um pouquinho de manipulação" diálago entre Cláudio e Camilo.
No nosso ap mora Cláudio, Camilo e eu, quanto ao video game, camilo e eu honramos o dinheiro que nossos pais gastam indo a todas as aulas sem exceção, nunca matamos nehuma aula, em CONTRA-PARTIDA, mais uma vez, Cláudio, o pseudo em tudo que faz, mata aulas várias vezes para tocar violão, ir ao cinema, ir no Bar do Pires e acima de tudo jogar video game, mas só joga essa tal fita de futebol, mais que normal que ele ganhe a maior parte das partidas, e mesmo assim geralmente ele ganha no finalzinho com um gol de macete, seja rebote, ou gol de longe. Apesar de estar no rio cursando história, ele está claramente se especializando em jogador de super star soccer 64.
Para reforçar o termo forçar, todas as palavras que escrevi toda em maiúsculo são exemplos de termos foirçados, e camilo tem toda razão quando disse que cláudio é o que mais comete TAL infelicidade. Nósque dividimos ap com ele, sofremos muito com isso, é normal o dialago abaixo.
camilo:- Pereira, sabe o que claudinho ( como eh chamado por camilo ) ta fazendo neh???
Pereira, o virtuso: -ta forçando pra caralho!!!
todos: - uhahauuhahauahuauhhuaua
É foda!! só posso dizer isso.

quarta-feira, maio 19, 2004

DEAD FISH é legal

Fui num show de rock coisa de
última hora, a galera botou aquela pressão final e parti de bicho.
Na chegada, ainda no ônibus, me impressionei com o volume da galera. Aliás, a quantidade de gente também foi um problema: uma hora e meia de fila para entrar(local-Balroom). Mulher pra carrr...;a maioria de preto e de pele branca, como, infelismente o preço do ingresso sugeria(R$18).
O cenário tem uma explicação. Tocariam Dead Fish e Noção de Nada, ícones do Hard Core alternativo atual. Existe uma verdadeira comoção em torno dessas bandas, papo de neguinho cantar todas pulando.
Pulando... támbem teve essa. Quando entramos na pista da casa, gostei do som e me aproximei; a música acelerou e o coro comeu na casa de noca(como diria o grande Lopes Maravilha). Ninguém vai me convencer de que aquele "agito" não é violento. Que porra é aquela?! Comecei apanhando, nego vinha de cotovelo aberto no meu peito. Daí esqueci do show, da música e comecei a revidar. Achei um anãozinho que tava me enchendo o saco com uns empurrões escrotos. Foi só um soco no tórax, o suficiente para derrubar o roqueirinho. Tremi. Veio a imagem de todos aqueles malucos de preto me chutando no chão como se eu fosse uma bola.
Porra nenhuma. O magrinho se levantou e fingiu que não era com ele. Segue o show.
Encurtando muito, ouvimos a primeira banda( sei lá o nome), curtimos a segunda("Nocão de Nada") e aguentamos a terceira(uma banda de Los Angeles-EUA, da qual me esqueci o nome).
Daí os caras do Dead Fish entraram. PQP!!! Mulherada gritando e a gorilada também. Fora eu e os seguranças, todos berravam as músicas da banda capixaba. O que eu achei da banda? Legal, assim como o CPM 22. O vocalista é bom, porém é mais marrento que o Felipe do flamengo(não me venham com essa porra de que eles têmn que ser marrentos), o batera é consistente, o baixo faz o feijão com arroz com uma farofinha temperada e os guotarristas são sinistros. Estão destoando do grupo.
O show acabou e o papai Édson aqui não chegou em nenhuma. Sei lá, não tinha clima pra isso.

Édson Anysio,o malandro de Ribeirão Preto. (edsonanysio@hotmail.com)

terça-feira, maio 18, 2004

O ovo e a galinha, o stress e a buzina.

Estava eu voltando até feliz -ou sei lá, no mínimo indiferente- do curso de inglês. Planejava vir pra Puc e escrever sobre o show destruidor de domingo - Dead Fish e Noção de Nada no Ballroom - mas uma coisa foi capaz de mudar minha rotina já traçada, e olha que eu sou metódico ao extremo...
É bom que as pessoas próximas à mim saibam disto: EU ODEIO BUZINA E DESEJO INTENSAMENTE, COM FORÇA, A MORTE DOS QUE BUZINAM SEM NECESSIDADE! Um bando de imbecis metendo seus dedos imundos nas respectivas buzinas de seus respectivos carrões gaveanos, paradigmas de "status" e soberba. Alguns sorriam, outros gargalhavam, outros tinham caras amarradas, stressadas. Que se foda o stress deles. Por quê se acham detentores do direito de perturbar a paz alheia com esses sons estridentes? Há pouco tempo atrás, recebi no meu apartamento uma reclamação a respeito daqueles alarmezinhos de garagem, responsáveis por um barulhinho mísero, mas que segundo os "ilustres" e "respeitáveis" moradores da Gávea, estão perturbando a paz do bairro. Isto fora a minha já famosa descarga, que segundo a minha vizinha que sempre está doente -aliás, não sei como não morre, a cabrunca -impede os seus, devo dizer constantes, momentos de descanso. Que porra é essa? Acho que é pegadinha, só pode.
Naquele momento, andando de havaianas pelo engarrafamento, o que eu mais queria no mundo era uma pedra, um pedaço de madeira, algo assim, para atacar com tudo qualquer um daqueles veículos de Satan e destruí-lo mesmo fosse só um, até que a polícia, os bombeiros, a defesa civil e o cacete à quatro, chegasse e me enchesse de porrada para depois me indicar a um psicólogo que diagnosticaria o stress cotidiano como meu principal problema. Certamente ele não levaria a sério quando eu dissesse que o meu problema era somente as buzinas...

Maroto, o poeta garoto.

quinta-feira, maio 13, 2004

O PASSADO

Onde era a festa, eu não me lembro mais. Sei que aos quinze do primeiro tempo bati o olho nela. Talvez por já ter percebido minha presença, estava sorridente. Não que minha antiga "companheira" estivesse feliz (podia até estar), mas sua intenção era tão visível quanto a tristeza de um vascaíno: demonstrar sua recuperação após nosso rompimento.
Nosso desmanche foi conturbado. Não sei lidar com esse tipo situação e fui "meio que"(expressão da a playboyzada carioca) covarde, terminando de repente(para ela) sem aviso prévio.
Mas a parada era aquela. Nos alhávamos de tal maneira que até me esquecia de querer beber. Daí lembrei. De volta com a "cerva" na mão, o inevitável: nos encontramos (no estilo face-to-face). Na verdade eu a encontrei, saindo, assim, derrotado do nosso duelo particular. Pois o primeiro a abordar perde o jogo pedindo pinico(ou seria penico?) para o seu passado.
O papo fora vazio, como todas as nossas conversas até então. Um clima estranho, onde ambos queriam mostrar sua felicidade. Debatemos sobre a night ou noitada ou balada de hoje em dia, pincelamos no departamento dos shows e estacionamos no setor música. Foi óbvia ao elogiar Los Hermanos. Respondi com O Rappa e à procura do argumento perfeito, minha "Ex" atacou de D2. Já se passavam vinte minutos de prosa e nenhum de nós ao menos simulava interesse em se despedir. Minha garrafa já estava na temperatura ambiente.
Após a troca de telefones, pois, assim como nós, os dois números não eram mais os mesmos, nos despedimos lentamente, e aos quarenta do ainda primeiro tempo, eu não queria mais jogar. Avistei aquelas gazelinhas de pouca idade à espera de um "anabol" engraçadinho que vomite clichês em seus ouvidos. Me desanimei. Acabara de falar com a pessoa que me conhecia realmente, sabia da maioria de meus defeitos e de minhas isoladas virtudes.
Chegando em casa, não tomei banho, não abri a geladeira. Deitei na minha cama que é lugar quente...

Édson Anysio, de volta para o futuro.

quarta-feira, maio 12, 2004

DO DETALHE AO CAOS FINAL

É... como as coisas são fáceis de ser deturpadas. Basta um mísero texto, somente um texto para que todos estejam sujeitos a terem os seus cérebros invadidos, as suas mentes controladas, os pensamentos modificados. Aliás, pequenas modificações podem gerar pequenos conflitos ou pequenas desavenças. Mas podem também desencadear enormes reações em cadeia, perfeitamente passíveis de existência apartir delas - as pequenas modificações - e dos detalhes, que funcionam como o embrião responsável pela desordem total. O caos. A morte de todos os organismos vivos. Mais caos, mais reações, e finalmente prevalece o estado caótico final: O NADA. Uma teoria já banalizada, porém útil e verdadeira para o cotidiano.
Por isso é preciso ter muito cuidado com o que se escreve, sobretudo com os detalhes...

obs: Camilo, você leu este texto?

Maroto, o poeta garoto.

terça-feira, maio 11, 2004

A SAGA DO RETIRANTE MACABAENSE

Eu, o Fura-olho, o Retirante, o Reboteiro, e ela.
Inicialmente estávamos esperando o trem que iria nos devolver a cidade do Mar de Fevereiro(no fim de semana ficamos com nossas famílias em macabá, onde bebemos mais a vontade e ensaiamos em nossas bandas de rock, pois somos todos roqueiros).
Embora o clima fosse amistoso, senti um ar de competitividade no ar. Era ela o motivo. Graciosa, bonitinha e simpática com todos, conseguiu conquistar os corações do Retirante. Porém, seus colegas de rock e de trem não ficaram atrás e também se encantaram por ela.
Comecei a perceber tudo na entrada da trupe no vagão. O Retirante, caracterizado como tal com sacolas e mochilas que continham todos os seus mantimentos adentrou em passos largos o corredor do recinto com a determinação de um faminto em busca de um prato de comida. Daí vi que não eram fome e o prato de comida, e sim, o amor e ela. Seguindo nas introduções ao trem vieram o Fura-olho( tal nome se deve ao fato do citado em questão gostar de espetar os olhos alheios com espetos de madeira) e o Reboteiro. E eu? Eu estava lá fazia tempo.
Começo de viagem, todos reunidos em volta dela e o Fura-Olho dá daquela:" engraçado, né... a gente já estudou na mesma escola e só se fala a pouco tempo, né?" Tal indagação serviu como um aviso ao Reboteiro( grande jogador de basket no mirante de marabá), sempre esperando uma sobra e o Retirante, que tinha momentos antes da viagem oficializado pra galera que tava afim dela.
Assim como eu avisei à todos no train, a viagem foi longa. Motivo: o mesmo saiu dos trilhos à 40 quilômetros do Mar de Fevereiro. Aí é aquilo... Todo o mundo descendo dos vários vagões(o train era velho, mas enorme). Eis que ele, o Retirante propõe: "bora peguar o violão, reboteiro..." Ninguém aderiu. Eu disse ninguém. Com a moral abalada pelos amigos e a recuperação do train, o Rety (mais conhecido como Retirante)pega meu violão, dirige-se à sua presa e chama a responsabilidade para si ao tocar composições próprias. No início, fez cú doce (expressão apropriada para a ocasião, fazer o quê...)e não queria cantar. Contudo,a viagem ia terminando e o interesse do público também. E é nesse clima de já acabou que ele, o Retirante, Começa a cantar. PQP. Foi engraçado. O reboteiro ria sem parar do meu lado, e Fura-olho, escrotamente, motivava ainda mais o front man da banda Laboratores.
Fim da viagem, fiquei sabendo que o Retirante havia conseguido o telefone dela e não queria divulgar. Só nos resta saber se o band leader do Laboratores vai o ligar e quando a gente vai parar de zuar com essa situação.

Édson Anysio, o contador de histórias.

quinta-feira, maio 06, 2004

Poesia Perdida

Não sei onde deixei minha poesia. Deve ter sido em um desses bares, por aí. Ou no olhar, na carne, no breve dia feliz. Sei que a perdi e, se era pouca, foi bom que se perdesse, porque poesia é como areia - só merece menção quando é muita; exemplo: praia e deserto.
Que me lembre, senti-la pela última vez em um amanhecer do cais de Hamburgo(deve ser por causa da Copa). Era noite curta de um fim de primavera e, já às três da madrugada, começava a clarear. Aos nossos pés, faxinando o seu barco, um marujo cantava uma canção de palavras que eu não entendia, mas muito bonita a canção. A alguma distância sobre o horizonte do amanhecer, a silhueta de Bismarck. Foi a última madrugada da minha poesia.
Que bom não ser poeta! Que alívio interior, que descanso, o de não gerar!m A poesia é, agora, o acontecimento fugaz e ocasional em minha volta. Eu só o temo, depois de escolher.
Mas há uns dois ou três dias, distraído, ia-me encrencando com um desses acontecimentos exteriores. Era uma festa. A porta se abriu e entrou uma mulher. Bem, isso já havia ocorrido, de portas se abrirem e, por elas, entrarem mulheres. Mas, embora a porta fosse igual a todas as outras, a mulher não era. Mulheres deviam ser como caranguejos - todas iguais.
Quando a porta se abriu e aquela mulher entrou, porque ela fosse alígera ou simplesmente, míope, uma sensação já minha conhecida vibrou no peito esquerdo. Algum mal estaria me acontecendo: poesia ou burrice? Cristh queira que tenha sido este último... Poesia só leva ao que não serve.

Édson Anysio, o homem que copiava.

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