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sexta-feira, maio 27, 2005

Quando se tem pouca idade fica difícil pensar na morte, apesar de já ter conhecido jovens que se preocupam com isso. Olha-se a morte de um avô. Choro, saudade, tal e coisa, mas a sensação de que o fim é real não assusta. A ficha não cai.

Por certo tempo da minha vida pensei que ninguém morria, era tudo mentirinha de Show de Truman. Não era possível que tudo acabaria assim, do nada. E não me venham com o papo da transcendência. Lorotinha antiga que não me comove.

Pois não é que comecei a ouvir um papo de pena de morte por aí. Esses estadunidenses são foda. Botaram essa idéia na cabeça da gente e aí já viu né...Querem matar o Elias Maluco!!!!!!

Pergunto: O que vocês sugerem? Facadas? Eletricidade? Tiro na cabeça? Torturadinha pra valorizar?

Se eu fosse deputado em Brasília, proporia a "pena de surra" para a galera à favor da morte.


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Fogão caiu. Time mentiroso. Alex Alves é uma mentira que só coreano acredita, PC tem que descer do palco, Guilherme tem que começar a jogar bola e o Oziel precisa urgentemente desistir de jogar bola.


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Alguém atingido pelo sintoma do realismo que a bebida trás me disse uma noite dessas: "Jovem, se a minha mulher descobre que essa menina aí, minha filha, já não é mais virgem, vai dar tragédia lá em casa. Eu não ligo, larguei de mão. Eu só cobro carinho de quem for comer minha filha, ouviu seu filho-da-puta!!!!!"

Pai bêbado é pior do que conversa da Capitu com a Simone, a outra prostituta que mora no recinto de Pascoal e Ema. (Laços de Família)

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E ainda assim não posso abandonar a adéia de que fora da democracia nascerá um novo mundo - mais rico, mais corajoso, mais livre, mais belo. Quanto a mim, não sei o que fazer apara ajudar - ainda não sei. Mas sei que minha felicidade está construída sobre a miséria de outros, que posso comer porque outros passam fome, ando vestido enquanto outros perambulam quase nus pelas cidades congeladas no inverno; isso me faz mal, perturba minha tranquilidade, me faz escrever propaganda quando preferiria atuar - ambora não tanto quanto fiz um dia.

EU VI UM NOVO MUNDO NASCER - John Reed.

terça-feira, maio 17, 2005

RÁPIDAS

Talvez tivesse sido melhor ter economizado dinheiro. Talvez tenha sido melhor ter ido mesmo e percebido certas coisas no show do Rappa.
A banda parece que é contratada e o Falcão faz carreira solo. Comparando com um time de futebol, Marcelo Falcão joga com a dez, é centroavante, artilheiro, joga com uma chuteira prateada, cabelo diferente estilo o holandês Edgar Davids e tem a faixa de capitão pelo mesmo motivo que o Romário tem no Vasco: Vaidade. O tal do Falcão é gente boa, tá de bem com a vida, dinheiro, mulher (a melhor do Brasil), prestígio, mas... Seu discurso é óbvio. À favor da legalização da maconha, engrossa o coro da classe artística. Ainda assim, personaliza na figura do Bush toda a política de uma nação e pede fé em Deus. "Fé em Deus, que ele não te larga" - repete o namorado da Débora Secco. O cara é religioso pra cacete e agora que o ateu Yuca não faz mas parte de Trupe, a banda fica mas à vontade para fazer músicas de maior teor religioso.
O verdadeiro camisa 8 da crew, aquele que distribui o jogo musicalmente, o termômetro do time é o Marcelo Lobato na bateria. Inferior tecnicamente em relação ao outro Marcelo, o seu antecessor Yuca, Lobato inova em ritmos variados, mudando o formato de várias músicas.
A banda é boa, o público que me decepcionou. Deve ser implicância minha, mas cheguei em um ponto em que não tolero mais fanatismos... Leva-se muito à sério essa banda chamada O Rappa.
Eu não sabia disso.

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Na campanha do Glorioso alvinegro, quatro jogos, quatro vitórias. "Eu vou partir pra dentro nesse campeonato, rumo à Tókio, Fogão vai pra dentro, meu garoto." - se entusiasma Baixinho, bêbado permanente de um simpático bar da Marquês de São Vicente.

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O Rappa inicia um de seus Hits e aparece no telão a imagem de Bush. A vaia é geral e um fã mais eufórico grita: - "Ei Bush, vai tomar no seu cú, seu bandido, você é um ladrão, safado." Do meu outro lado, grita o gaiato em direção ao eufórico:- "Rapá, cala tua boca, teu Prefeito é o César Maia e tua Governadora é a Rosinha."
Bem lembrado...

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Eu também acho que o Jornal do Brasil está acabando e não possui mais a credibilidade que construiu seu prestígio em décadas atrás. Mas vale à pena comprar o velho JB para conferir o que o também velho gato-mestre Fausto Wolff anda resmungando, o que o eterno menino maluquinho Ziraldo anda aprontando e à quantas anda o papo nos principais botecos da Zona Norte carioca através do texto do cruzmaltino Aldir Blanc.
Sim, eles estão de volta... Fecharam Bundas, Pasquim e encontraram no falido e combalido JB o espaço pra seguir com a maneira mais anárquica de se fazer imprensa.

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Do meu irmão mais novo, Gustavo, sobre um conhecido meu que ele achou um pouco limitado intelectualmente: -"Camilo, esse teu amigo é meio mongol, né? Ele me lembra muito o Kléber Bam-bam do Big Bother..."

Camilo Pinheiro Machado.

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