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quarta-feira, janeiro 03, 2007

A Doentinha


Uma coisa é ser, outra bem diferente é o que você quer parecer ser.
Quando jovem, é comum desejar ser diferente dos demais, possuir gostos e preferências genuínas, originais, ter idéias inovadoras e tentar demonstrar sofisticação no raciocínio, nas reflexões. Fumam maconha, cigarro, e bebem batendo no peito e dizendo: "a gente tá bebendo tanto, que nem sente mais o efeito do alcool, rs..."

E quem não fode a própria saúde dessa maneira, cuida muito bem dela, mas também esbarra na marra de ser o diferente, o original. A turma do açaí não vê a hora de te dar uma aula sobre alimentação, exploração de animais na industria alimentícia e etc... deu mole, eles vomitam toda a cultura da soja.

Calma. Noves fora os problemas qe ambos os grupos possuem, nada mais do que natural que jovens queiram desfilar suas idéias cheias de potencial para mudar o que temos hoje no mundo.
Mas há poucos dias conheci um caso raro e, pelo menos para mim, incompreensível. Seguinte: Uma jovem que se faz de débil mental. Isso mesmo. Toma atitudes de um ser humano com sérias limitaçòes de raciocínio, senso e lógica. Ofende quem mal conhece, brinca com o que pouco entende, e se arrisca. Em nenhum momento se faz de inteligente e nisso se concentra toda sua honestidade. Ostenta o próprio corpo, que acha o máximo e admite que consegue muitas coisas por possuir uma bela silhueta. Entenderam? Os jovens estudantes entram na faculdade após fazerem provas que necessitam conhecimento. Jovens atletas entram em times de futebol por jogarem bem o esporte e ela.... Ela diz conseguir tudo com seu corpo.

Pedi ajuda para entender essa pessoa. Amigos tentaram me auxiliar na compreensão de seus atos mas desistiam: "Camilo, ela é uma pessoa doente."

Foi mais ou menos isso que me disseram quando desabafei para alguém nos corredores da globosat que eu não gostava da Dora Vegueiro.

E eu reclamava das menininhas que usavam todas as frases e gestos para tentar demonstrar cultura, inteligência, sagacidade, experiência, originalidade, criatividade e beleza.... Reclamava sem razão. É como dormir tendo em seu time um Rogério Ceni metido a intelectual, artilheiro, genio, líder e acordar com um Max que não sabe nem bater um tiro de meta.

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