quinta-feira, maio 21, 2009
Aquela pressão no começo do jogo, prometida pelos colorados não aconteceu graças à postura digna, combativa e até ofensiva do Flamengo no primeiro tempo desse jogão no Beira-Rio.
Kléberson e Ibson faziam grande partida, assim como Guiñazu, que vale por dois. Uma verdadeira guerra por espaços no grande círculo do gramado.
Nilmar sofria com os passes errados de Taison e D'Alessandro mais parecia um peão, girando e cansando Wilians e Toró.
E vamos ao episódio que sintetiza o que é o Juan, maior lateral da história do futebol, talvez do esporte, superando Michael Jordan e Manoel Tobias:
Recebeu o passe na meia cancha, e com toda sua arrogância, tocou devagar para o coleguinha Aírton, que estava longe. Perto estava Nilmar e ao contrário do passe, o camisa 9 do vermelho é rápido para surgir na direção da bola, subtrair o zagueiro da jogada, levantar a cabeça e achar Taison na área. Juan, ainda seguro de si, voltava, mas parece que seu objetivo era apenas assistir o jovem atacante do Inter escorar o cruzamento e fazer 1 x 0. Não houve combate, apenas o reconhecimento do erro ao fim da partida:
"O Flamengo não se classificou porque eu errei o passe."
Nem tanto, garoto.
Porque em um segundo tempo totalmente favorável ao Inter, o ditadinho do "quem não faz, leva" funcionou direitinho à favor do time do Cuca. Enfiada esperta para Kléberson, cruzamento de prima, arremate idem. Simples e mortal. Juan ia assim escapando do fardo de vilão.
Tite colocou seu time para pressionar o Fla com Alecssandro no lugar do reserva Danilo e Gleydson na vaga do esgotado Rosinei.
E bolas já choviam torrencialmente na área rubro-negra, quando aos 41' o comandante do Inter põe Andrezinho.

"É falta na entrada da área, adivinha quem vai bater..." Não, D'Alessandro não. O Argentino já havia errado duas, era a hora do Andrezinho, cria da Gávea.
Correu e um abraço. Bruno só se mexeu pra reclamar da barreira, que pouco se mexeu na cobrança do principal reserva colorado.
Kléberson e Ibson faziam grande partida, assim como Guiñazu, que vale por dois. Uma verdadeira guerra por espaços no grande círculo do gramado.
Nilmar sofria com os passes errados de Taison e D'Alessandro mais parecia um peão, girando e cansando Wilians e Toró.
E vamos ao episódio que sintetiza o que é o Juan, maior lateral da história do futebol, talvez do esporte, superando Michael Jordan e Manoel Tobias:
Recebeu o passe na meia cancha, e com toda sua arrogância, tocou devagar para o coleguinha Aírton, que estava longe. Perto estava Nilmar e ao contrário do passe, o camisa 9 do vermelho é rápido para surgir na direção da bola, subtrair o zagueiro da jogada, levantar a cabeça e achar Taison na área. Juan, ainda seguro de si, voltava, mas parece que seu objetivo era apenas assistir o jovem atacante do Inter escorar o cruzamento e fazer 1 x 0. Não houve combate, apenas o reconhecimento do erro ao fim da partida:
"O Flamengo não se classificou porque eu errei o passe."
Nem tanto, garoto.
Porque em um segundo tempo totalmente favorável ao Inter, o ditadinho do "quem não faz, leva" funcionou direitinho à favor do time do Cuca. Enfiada esperta para Kléberson, cruzamento de prima, arremate idem. Simples e mortal. Juan ia assim escapando do fardo de vilão.
Tite colocou seu time para pressionar o Fla com Alecssandro no lugar do reserva Danilo e Gleydson na vaga do esgotado Rosinei.
E bolas já choviam torrencialmente na área rubro-negra, quando aos 41' o comandante do Inter põe Andrezinho.

"É falta na entrada da área, adivinha quem vai bater..." Não, D'Alessandro não. O Argentino já havia errado duas, era a hora do Andrezinho, cria da Gávea.
Correu e um abraço. Bruno só se mexeu pra reclamar da barreira, que pouco se mexeu na cobrança do principal reserva colorado.
Nada mais relativo do que o termo "justiça" no futebol. Mas realmente venceu o melhor time. Com um goleiro regular e discreto, uma defesa sólida, um Guiñazu avassalador, um armador brilhante e um ataque rápido, cirúrgico, bonito de ver.
Ao Flamengo, resta ter calma para analisar algumas certezas depois da derrota.
Angelim precisa de ajuda na defesa. O ataque não existe. Obina não é mais um jogador profissional. E o time é bom.
Jogar de igual pra igual com esse time do Inter não é pra qualquer um. Coitado do Coritiba...
